Novos legistas e peritos concursados assumem as funções

Data: 29/06/2016

Veículo: Goiás Agora

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SSP 1

Foto: André Saddi

Os primeiros empossados no concurso público da Superintendência de Polícia Técnico-Científica (SPTC), da Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP), assumiram suas funções neste mês, após treinamento específico de cada área. Por meio de portaria, a Superintendência tem feito a lotação desses técnicos nas várias unidades no Instituto de Medicina Legal e Instituto de Criminalística em Goiânia e, também, nos 13 núcleos em cidades do interior.

Num primeiro momento, o governador Marconi Perillo nomeou 50% dos aprovados no concurso público realizado em 2015, ou seja, 230 profissionais, que reforçaram o quadro da Polícia Técnico-Científica do Estado. Foram convocados 75 médicos legistas, 30 auxiliares de autopsia e 125 peritos criminais. Entre os peritos criminais convocados, os que foram lotados nos laboratórios do Instituto de Criminalística já começaram o trabalho efetivo. Os que fariam trabalhos externos começaram o treinamento em locais de crime e, na sequência, assumiriam seus cargos.

Uma de suas últimas atividades antes de começarem oficialmente a trabalhar foi uma reunião, no auditório da instituição, em Goiânia, com a superintendente Rejane Barcelos e toda a equipe de gestores, quando receberam orientações sobre o trabalho que desempenhariam junto à população e sobre a importância de se observar regras de funcionamento da SPTC que exige dos profissionais, entre outras condições, rigorosa assiduidade, pontualidade, produtividade e cordialidade entre os colegas.

Atender população
Com a contratação dos 230 novos policiais técnico-científicos, o efetivo da SPTC passa de 331 para 561, aumentando em quase 70% o número de efetivos dessas áreas. A chegada deles, de acordo com a superintendente Rejane Barcelos, permite escalas mais equilibradas no interior e atende melhor às diversas cidades e regiões. “A instituição trabalhou no sentido de cumprir o compromisso assumido com as comunidades nas diferentes regiões para fazermos uma distribuição equitativa desses profissionais no Estado inteiro”, disse Rejane Barcelos.

Os médicos legistas não têm o treinamento prático como os peritos criminais, mas, recebem instruções sobre como funciona o trabalho na instituição, como emissão de laudos e certidões de óbito, por exemplo, e a inserção dos dados no sistema informatizado da Polícia Técnico-Científica. “A lotação deles é a partir de segunda-feira, quando eles vão se adequar dentro das escalas existentes e vão estar efetivamente no exercício da função”, explicou a superintendente.

Expectativas
Para a médica legista Adriana Pereira Roncato, formada pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e com especialização em pneumologia na USP de Ribeirão Preto, o objetivo de quem está entrando é o de fortalecer o trabalho técnico-científico da Segurança Pública. “Vamos tentar ajudar no esclarecimento de crimes com nossos laudos, e como somos em bom número, acho que a nossa chegada contribui para dar mais rapidez aos processos”, acentuou. Adriana, que tem 33 anos, foi lotada para atuar no IML de Anápolis e disse que está pronta para assumir a função.

A perita técnica Mariana Rosa destacou a importância do treinamento a que foram submetidos após a convocação, além da preparação recente de dez dias a respeito do trabalho na Polícia Técnico-Científica. “Foi muito bom e pudemos relembrar coisas que são importantes para a nossa atuação”, afirmou. Mariana Rosa atuará na Seção de Perícias Externas.

Comunicação Setorial
Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária (SSPAP)

Mais informações:(62) 3201-1004, 3201-1055